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22/1/2026 12:05

Reforma Tributária: sua indústria está preparada para os impactos dessa mudança?

As mudanças geradas pela reforma tributária chegaram junto com 2026 e, com isso, os impactos nos processos, sistemas e decisões fiscais dentro das empresas já começaram. O novo modelo promete simplificar impostos e reduzir a carga sobre a indústria, mas exige preparação estratégica para transformar a Reforma Tributária em crescimento real.

Neste artigo, você vai entender os principais impactos e como as soluções de monitoramento em tempo real, como o PlantScanner, garantem a eficiência operacional da sua fábrica nesse novo cenário Boa leitura!  

Mas afinal, o que é a reforma tributária?

A Reforma Tributária é uma proposta de mudança no sistema de tributos sobre o consumo no Brasil, que tem como objetivo principal simplificar a forma como os impostos são cobrados, reduzindo a complexidade das regras e tornando a tributação mais clara e padronizada.

 De maneira geral, a reforma prevê a substituição de tributos atuais, como PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS por dois principais: 

·       CBS(Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal;

 

·       IBS(Imposto sobre Bens e Serviços), que reúne tributos estaduais e municipais.

 

O CBS e IBS seguem o modelo do Imposto sobre Valor Agregado, o IVA, no qual o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada etapa da cadeia de produção e comercialização, evitando a cobrança repetida de impostos ao longo do processo.

 

*Para se aprofundar no assunto, recomendamos o acesso ao documento oficial: Reforma Tributária – Perguntas e Respostas

Por que a Reforma Tributária é relevante para a indústria?

A indústria é um dos setores mais impactados pelo atual modelo tributário, seja pela elevada carga de impostos, seja pela complexidade das regras e obrigações acessórias.

A expectativa é que, a longo prazo, a reforma tributária impulsione o crescimento da indústria, por meio de:

·       Redução da cumulatividade, que hoje encarece insumos e processos produtivos;

·       Maior previsibilidade, facilitando o planejamento de médio e longo prazo;

·       Simplificação operacional, com menos exceções e regras paralelas;

·       Melhoria da competitividade, tanto no mercado interno quanto externo;

 

Quando as mudanças começam a acontecer?

A Reforma Tributária está em fase de implementação gradual e 2026 marca o início oficial do período de transição. A partir deste ano, o novo modelo tributário passa a conviver como sistema atual, dando início às primeiras aplicações práticas das novas regras.

Mesmo com a transição acontecendo de forma escalonada, os impactos já são reais para as empresas. Com isso, organizações de diferentes setores já precisam acompanhar mudanças regulatórias, revisar cadastros e processos fiscais, adaptar sistemas e considerar o novo modelo no planejamento tributário e nas decisões estratégicas.

O momento atual exige atenção e acompanhamento contínuo, justamente porque as escolhas feitas agora influenciam a forma como as empresas vão atravessar as próximas etapas da Reforma Tributária.

O que muda na prática para as indústrias?

Mesmo com parte das regras ainda em regulamentação, a Reforma Tributária já provoca mudanças concretas na rotina das fábricas, já que o novo modelo altera a lógica de tributação sobre o consumo e exige uma forma diferente de olhar para dados, processos e decisões.

Na prática, é fundamental dar atenção à 4 principais fatores: a nova lógica de apuração dos tributos; mais relevância para a qualidade dos dados fiscais e operacionais; impactos ao longo de toda a cadeia produtiva e maior necessidade de acompanhamento e análise contínua.

Vamos entender melhor sobre esses fatores?

 1-     Nova lógica de apuração dos tributos:

Com a adoção do modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), os tributos passam a incidir apenas sobre o valor efetivamente adicionado em cada etapa da cadeia produtiva. Na prática, isso exige mais controle sobre entradas, saídas, créditos e débitos, além de maior consistência nas informações fiscais.

2-     Mais relevância para a qualidade dos dados fiscais e operacionais:

O aproveitamento correto de créditos e a conformidade com o novo modelo dependem diretamente da qualidade das informações. Dados incompletos, descentralizados ou inconsistentes passam a representar não apenas ineficiência, mas também risco fiscal.

3-     Impactos ao longo de toda a cadeia produtiva:

A Reforma Tributária não afeta apenas a área fiscal, ela influencia compras, produção, logística, precificação e planejamento. Nesse contexto, decisões tomadas em uma ponta da operação podem gerar reflexos tributários em outra, tornando essencial uma visão integrada da cadeia de produção.

4-     Maior necessidade de acompanhamento e análise contínua:

Com o período de transição em andamento, as indústrias precisam monitorar mudanças regulatórias, testar cenários e avaliar impactos de forma recorrente, evitando decisões baseadas apenas em regras antigas.

Mesmo em um estágio inicial, fica claro que a Reforma Tributária vai além da troca de impostos, ela exige que as fábricas revisem a forma como acompanham informações, analisam impactos e tomam decisões estratégicas.

Tecnologia e informação como ativos essenciais nesse cenário de mudança

 

Em um contexto de transformação como o da Reforma Tributária, a informação passa a ser um ativo estratégico para as indústrias. À medida que as regras evoluem e o modelo de tributação se torna mais orientado por dados, acompanhar informações em tempo real, e de forma estruturada, deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade.

A adaptação ao novo cenário não depende apenas do entendimento da legislação, mas da capacidade de organizar, analisar e conectar dados fiscais e operacionais ao longo de toda a cadeia produtiva. Isso permite que, mesmo em um ambiente de transição, as empresas:

·       Tenham mais visibilidade sobre seus processos;

·       Identifiquem impactos com antecedência;

·       Tomem decisões mais seguras.

Nesse cenário, a tecnologia assume um papel fundamental, pois as soluções de monitoramento e análise de dados ajudam a reduzir a complexidade operacional, apoiar o cumprimento das novas exigências e transformar grandes volumes de informação em insights relevantes para o negócio.

 

O papel do PlantScanner nessa transição

 

O PlantScanner oferece soluções de monitoramento em tempo real e relatórios baseados em dados, para que, mais do que reagir às mudanças, a indústria tenha condições de acompanhar a evolução do sistema tributário de forma contínua e estruturada.

É justamente esse tipo de abordagem que permite atravessar períodos de mudança com mais previsibilidade, eficiência e controle, criando uma base sólida para decisões estratégicas no médio e longo prazo.

 

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